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Dilma se diz injustiçada e critica Temer por "conspiração aberta"

Em seu 1º pronunciamento após a Câmara aprovar o pedido de impeachment, Dilma Rousseff disse nesta sexta-feira, 18, ser “estarrecedor” que um vice-presidente “conspire abertamente” contra a presidente. A presidente afirmou ainda que o governo terá diálogo "totalmente diferente" com senadores, e que não deve apostar na redistribuição de cargos para conquistar votos.
Afirmando que o processo de impeachment é na verdade uma “eleição indireta”, a presidente disse ocorrer hoje uma “violência” contra a verdade e a democracia. “Não se pode chamar de impeachment o que é uma tentativa de eleição indireta. Isso se dá porque aqueles que querem ascender ao poder não tem votos para tal. Além disso, acredito que é sobretudo estarrecedor, que um vice-presidente no exercício do seu mandato, conspire contra a presidente abertamente".

"Injustiçada"

A presidente disse ainda que se sentiu “injustiçada” e “indignada” com o resultado da votação da Câmara, afirmando que não cometeu qualquer crime de responsabilidade. Ela ainda esclareceu que parlamentares que possuíam cargos e votaram pelo impeachment não voltarão ao governo.

Ela disse ainda achar "estranho" que o processo do impeachment contra ela, "que não possui qualquer denúncia de enriquecimento ilícito", esteja sendo conduzida por "gente com conta no exterior", se referindo ao deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Na manhã desta segunda, Dilma se reuniu com 23 deputados que votaram contra o processo de impeachment. Às 16h, a presidente se reuniu com o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa. Existe ainda expectativa de que a presidente receba o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) ainda nesta segunda.

Fonte: O Povo

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Após reunião, Temer diz que terá "relação institucional mais fértil" com Dilma

O vice-presidente da República, Michel Temer, disse há pouco, após se encontrar com a presidenta Dilma Rousseff, nesta quarta-feira, 9, que terá a partir de agora uma relação com a presidenta de modo "institucional" e que seja "a mais fértil possível". Os dois se reuniram esta noite durante pouco mais de 50 minutos no Palácio do Planalto. Depois da conversa, o vice-presidente afirmou que faria uma declaração de apenas uma frase, e não respondeu a perguntas dos jornalistas.

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Mesmo depois que a presidente Dilma Rousseff vetou a desaposentação, a luta por esse direito dos aposentados continuará

Desaposentação no STF

No STF, o debate ainda está indefinido, com dois votos favoráveis à questão e dois contrários. Na sessão do dia 9 de outubro do ano passado, o ministro Luís Roberto Barroso (relator dos REs 661256 – com repercussão geral – e RE 827833) considerou válida a desaposentação, argumentando, de forma correta, ser nossa legislação omissa em relação ao tema, já que não existe nenhuma proibição expressa aos aposentados do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) que continuem trabalhando.

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Dilma reúne 14 ministros para debater cortes de despesas

A presidenta Dilma Rousseff (PT) está reunida com 14 ministros e líderes do governo no Congresso Nacional para discutir cortes de despesas e tentar cobrir o déficit de R$ 30,5 bilhões previsto no Orçamento de 2016. No fim de semana, Dilma fez reuniões com a equipe econômica e ministros de várias áreas para negociar o corte em cada pasta. O governo também estuda medidas para aumentar receitas e não descarta a criação ou aumento de tributos.

Antes de anunciar publicamente o tamanho do corte, o governo vai apresentar nesta segunda-feira, 14, a proposta aos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A discussão sobre o corte de gastos se aprofundou desde o anúncio do rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela agência de classificação de risco Standard&Poor’s (S&P), na última quarta-feira, 9.
Entre as medidas que serão anunciadas para cortar despesas estão a redução dos gastos de custeio dos ministérios, que serão reestruturados e terão contratos de prestação de serviço revistos. O vice-presidente Michel Temer, que sempre participa de reuniões de coordenação política, está em viagem oficial à Rússia.
Equipe

Participam da reunião desta manhã os ministros da Casa Civil, Aloizio Mercadante; da Fazenda, Joaquim Levy; do Planejamento, Nelson Barbosa; dos Transportes, Antonio Carlos Rodrigues; da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo; da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva; do Esporte, George Hilton; das Cidades, Gilberto Kassab; da Integração Nacional, Gilberto Occhi; da Defesa, Jaques Wagner; da Justiça, José Eduardo Cardozo; da Agricultura, Kátia Abreu; da Secretaria-Geral da Presidência, Miguel Rossetto; das Comunicações, Ricardo Berzoini.

Agência Brasil

Fonte: O Povo

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Movimento Pró-Dilma reúne centenas de pessoas na Praça da Imprensa

Centenas de pessoas se reúnem, na manhã desta sexta-feira (13), na Praça da Imprensa, no bairro Dionísio Torres, em uma manifestação em defesa dos direitos dos trabalhadores e da Petrobrás. Membros de diversas entidades, como Central Única dos Trabalhadores (CUT) e Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), participam do ato, que ocorre de forma pacífica.
Apesar de ser declarado como um ato Pró-Dilma, a própria CUT também crítica as medidas provisórias da presidente Dilma Rousseff, em relação aos direitos dos trabalhadores. "Estamos aqui em um ato simbólico em defesa da Petrobrás. Quem cometeu algum tipo de corrupção precisa ser punido, mas os trabalhadores devem ser preservados. Defendemos também a democracia, pois demoramos muito a chegar até aqui e não queremos retroceder" afirmou a presidente da CUT, Joana Almeida.
Mais manifestantes são aguardados para se reunir na Praça da Imprensa. De lá, eles devem seguir em passeata até a Assembleia Legislativa, onde ocorrerá, a partir das 15h, um debate com o jurista tocantinense Marlón Reis, um dos fundadores do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral.
Devido o protesto, a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) interditou temporariamente a rua Assis Chateaubriand, que da acesso à Av. Desembargador Moreira. Policiais militares realizam a segurança no local.
O ato Pró-Dilma acontece também em outros 7 estados: Alagoas, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Parará e Rio de Janeiro.
Já no próximo domingo (15) estão programadas novas manifestações, desta vez contra a presidente Dilma Rouseff. Em Fortaleza, a reunião está marcada para ocorrer na Praça Portugal.

Fonte: Diário do Nordeste

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