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A vitória esperada

A esperada vitória da seleção brasileira diante da Venezuela se concretizou, na noite de ontem, no Castelão. Mas o 3 a 1 registrado no placar passou longe de significar progresso na equipe do técnico Dunga. Diante de um adversário frágil e incapaz de impor domínio em campo, a Canarinho decidiu a partida, válida pela 2ª rodada das Eliminatórias para Copa do Mundo 2018, sem dificuldades. Entretanto, continua a apresentar problemas de organização coletiva e de disciplina tática.

A vitória se mostrou inevitável pela disparidade técnica. Mas o Brasil deixou o campo ainda sem ter, de fato, um time.

Dentre os quase 39 mil torcedores que compareceram ao jogo, no horário ingrato das 22 horas, a boa vontade existiu para com os jogadores do Brasil. Os 11 titulares entraram em campo sob aplausos. As vaias foram destinadas em sintonia perfeita para o técnico Dunga. Sintomático. Formada por jogadores de destaque no cenário internacional, a seleção provou que qualidade não falta. A prova disso é que precisou de apenas 37 segundos para abrir o placar, com Willian, em ataque armado rapidamente. O jogador, aliás, não faz o perfil goleador. Mas já soma seis gols nos últimos seis jogos, em partidas por Chelsea e seleção brasileira (incluindo o segundo gol contra a Venezuela, marcado aos 42 da primeira etapa).


A complicação mais alarmante segue a mesma na seleção: conseguir montar esquema tático onde todos os setores consigam dialogar e impor proposta convincente de jogo. Ainda falta o bom futebol, para além de isolados lances de requinte individual das peças talentosas que vestem a camisa pentacampeã.


Os venezuelanos conseguiram, no máximo, ameaçar em bolas alçadas na área e nos cochilos clamorosos da defesa brasileira. Só assim chegaram ao gol de honra, com Christian Santos, aos 19 da etapa final. Reação também possibilitada pela incansável sequência de passes errados do Brasil em campo. Em especial, Oscar incomodou o torcedor com as falhas de toque e finalização.


Do meio para o fim, a partida serviu ao torcedor de alegria extra-campo. De vibrar e gritar “olé” com a factualidade da vitória, para fazer valer o ingresso. Kaká e Hulk, por exemplo, pouco puderam acrescentar na reta final da peleja, mas fizeram a alegria de seus fãs por se tratarem de figuras mais badaladas do que muitos que estavam desde o início em campo. Ricardo Oliveira contribuiu para os festejos da torcida ao fazer o terceiro gol do Brasil.


O próximo jogo do Brasil é no dia 13 de novembro, contra a Argentina, em Buenos Aires. Seja em vitórias, derrotas ou empates suados, carece trabalhar uma equipe coletivamente forte. Somente a partir daí será possível voltar a crer numa seleção candidata a voltar aos tempos de campeã.


Placar 3 x 1


ELIMINATÓRIAS


BRASIL


TÉCNICO: DUNGA

BRA: 4-2-3-1

ALISSON

DANIEL ALVES
MIRANDA

MARQUINHOS
FILIPE LUÍS

LUIZ GUSTAVO
ELIAS

OSCAR (LUCAS LIMA)
WILLIAN

DOUGLAS COSTA (KAKÁ)
RICARDO OLIVEIRA (HULK)


VENEZUELA


TÉCNICO: NOEL SANVICENTE

VEN: 4-4-2

BAROJA

VIZCARRONDO
RINCÓN

CICHERO
ROSALES

AMOREBIETA
SEIJAS (GONZÁLEZ)

GUERRA (MURILLO)
SANTOS

RONDÓN
VARGAS (FIGUERA)


Local: Castelão

Data: 13/10/2015
Árbitro: Darío Ubriaco (URU)

Auxiliares: Carlos Pastorino (URU) e Nicolás Tarán (URU)
Cartões amarelos: Douglas Costa (B); Vizcarrondo, Rosales (V)

Gols: Willian (1min/1ºT e 41min/1ºT); Santos (19min/2ºT) e Ricardo Oliveira (28min/2ºT)
Público: 38.970 pagantes

Renda: R$ 2.722.220,00

Fonte: O Povo

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