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Lima aponta as lições que o Fortaleza deve aprender para evitar nova eliminação no mata-mata e garantir o acesso

A Série C agora que cumpriu um terço da primeira fase. Mas o Fortaleza, líder do grupo A com quatro pontos de vantagem, mira adiante.

E garante aprender com os erros do passado para não repeti-los. O zagueiro Lima, que é um dos três titulares (os outros são Adalberto e Corrêa) do time atual que fazia parte do elenco eliminado no mata-mata em 2014 pelo Macaé-RJ, acredita que outro episódio como aquele não deve se repetir.
“No mata-mata, o que você fez na primeira fase ficou para trás. Tem um regulamento estranho que não permite que a equipe mais regular na primeira fase tenha vantagem no mata-mata”, analisa Lima.
O alerta do zagueiro é para que ninguém, torcida ou jogadores, se deslumbre com o desempenho do Leão na Série C e esqueça que da segunda fase em diante todas as equipes entram em igualdade de condições. “Vamos jogando etapa por etapa para que não fique essa sombra, aquele fantasma que todo mundo fala de mata-mata”.
O fantasma tem nomes. Além da eliminação no Castelão lotado diante do Macaé, ano passado, o Tricolor foi eliminado pelo Oeste-SP, em 2012, no PV igualmente cheio. Nas duas ocasiões, o Leão decidiu o duelo em casa depois de conseguir empatar no jogo de ida e fazer campanha irrepreensível na primeira fase.
Para não ser surpreendido nas fases decisivas é necessário não ser previsível. Para o meia Daniel Sobralense, a versatilidade do elenco deixa o time menos sujeito a surpresas ruins. “Uma coisa que acho negativa em 2014 é que o time só tinha Corrêa e Marcelinho Paraíba (na criação de jogadas). Este ano, além do meio, nós somos fortes nos dois lados do campo, temos os laterais que apoiam”.
Mas Sobralense sabe que o time precisa corrigir falhas, sobretudo na hora de fazer o gol. “A gente sabe também que cria muito, mas tá pecando muito na finalização. Acho que na hora que a bola chegar tem que botar ela pra dentro”.

Fonte: Jornal O Povo

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