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FINAL DO CEARENSE Operação cobertor curto

O cenário de guerra e de selvageria no gramado do Castelão, no último domingo, 3, após o apito final na decisão entre Ceará e Fortaleza não surpreendeu os responsáveis pelo comando da segurança do Clássico-Rei.

Em entrevista coletiva ontem, na sede da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado (SSPDS), as autoridades asseguraram que havia um planejamento para evitar a invasão de campo para a comemoração do título, mas um conflito entre as torcidas rivais e uma tentativa de invasão ao estádio forçaram uma mudança e diminuíram o contingente policial dentro do estádio. Dos 600 policiais em serviço no Clássico-Rei, 160 estavam na área interna do Castelão. A ideia era que metade fizesse a proteção do gramado durante a premiação e volta olímpica do time campeão, mas conflitos longe das arquibancadas fizeram 80 homens se deslocarem.
"O que ocorreu de diferente neste clássico é que torcedores começaram a entrar em confronto na parte externa do estádio. Tínhamos cerca de 40 policiais fazendo o trabalho de separar as torcidas fora do estádio. Essas pessoas tentaram invadir o estádio e foram contidas pelos policiais, o que começou o confronto. Com isso, o comandante do nosso policiamento teve que deslocar mais tropas para o setor externo para conter o que os 40 policiais já não estavam dando conta", explicou o titular da SSPDS, Delci Teixeira.
O Batalhão de Eventos da Polícia Militar garante que a presença de 80 homens em campo, além dos seguranças privados, seriam suficientes para contar invasões. "Era previsível uma invasão de campo no final do jogo e estava prevista a entrada de policiais no campo para auxiliar a segurança privada e evitar uma invasão de campo", afirmou o tenente-coronel Aginaldo Oliveira, que acredita que o saldo seria mais trágico se não tivesse deslocado os policiais para conter a confusão na área externa.
"Se eu tiro os policiais de lá também, o dano teria sido muito maior do que a invasão do campo", disse ele que completou.
"Nós evitamos uma tragédia, de eles (torcedores) se confrontarem e se matarem. Se nós não estivéssemos lá, estaríamos hoje (ontem) divulgando o número de mortos e não invasão de campo e da Arena", disparou Aginaldo Oliveira.
Para o Comandante do Policiamento da Capital, coronel Francisco Souto, a atuação da segurança na operação do Clássico-Rei, no geral, foi "plenamente satisfatória". "Os incidentes serão devidamente apurados para que os autores sejam identificados e responsabilizados".
De acordo com Andrade Júnior, delegado geral da Polícia Civil, já estão sendo tomadas medidas - como o uso de imagens do sistema interno do Castelão - para identificar e punir os autores das cenas de vandalismo.

Fonte: Diário do Nordeste

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