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"Foi uma tragédia" diz porta-voz de Israel sobre escola da ONU.

O porta-voz das Forças Armadas de Israel, o coronel Peter Lerner, reconheceu que o ataque à escola da ONU, em que 19 pessoas morreram e 90 ficaram feridas, "foi uma tragédia". O local era usado como abrigo no campo de refugiados Jabaliya, na faixa de Gaza. A declaração foi dada por Lerner à rede "CNN".
"De fato, foi uma tragédia, conforme as fotos que vimos hoje e vamos investigar o que aconteceu", disse Lerner. O coronel israelense afirmou, no entanto, que o modo de operação do Hamas, que supostamente dispara ataques de áreas próximas a abrigos civis, escolas e mesquitas, acaba levando a esse tipo de fatalidade.

"Estamos operando em uma situação extremamente delicada. Enquanto os terroristas do Hamas continuarem atacando dali, temos de operar naquelas áreas. Não queremos matar civis, mas os terroristas estão explorando essa situação", comentou Lerner.
Jan Eliasson, subsecretário-geral da ONU, disse à rede de TV norte-americana que investigações preliminares indicam que foi a artilharia israelense que atingiu a escola. "Claro que temos de continuar as investigações [para apurar a autoria do ataque]. Mas é uma situação horrível, porque estivemos em contato com as Forças Israelenses pelo menos 15 vezes para avisar sobre as pessoas abrigadas naquela escola", disse.
Ao menos cem palestinos morreram nesta quarta-feira na faixa de Gaza nos bombardeios e ataques israelenses, elevando o número de vítimas desde o início da ofensiva, em 8 de julho, a 1.330 palestinos mortos e 7.300 feridos.
Vergonha universal
O chefe da UNWRA (Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina) classificou de "vergonha universal" o ataque israelense nesta quarta-feira (30) contra uma escola mantida pelo organismo no campo de refugiados Jabaliya, na faixa de Gaza, onde centenas de palestinos haviam se refugiado.
"Ontem à noite, crianças foram mortas enquanto dormiam ao lado de seus pais no chão de uma sala de aula em um abrigo da ONU em Gaza. Crianças mortas enquanto dormiam; isso é uma afronta para todos nós, uma fonte de vergonha. Hoje o mundo está em desgraça", afirmou em nota Pierre Krähenbühl, comissário-geral da UNRWA.
Os Estados Unidos não atribuíram responsabilidade a Israel pelo ataque, mas condenaram o ataque e novamente pediram um cessar-fogo imediato.
Trégua parcial
Após o ataque, o Exército de Israel anunciou um cessar-fogo de quatro horas de duração na faixa de Gaza, entre as 15h e as 19h locais (9h e 13h no horário de Brasília).
O Hamas qualificou essa trégua de inútil e prosseguiu os disparos de foguetes contra o território israelense.
Durante a trégua, um bombardeio atingiu o movimentado mercado de Shejaiya, na faixa de Gaza, matando ao menos 17 palestinos e ferindo outros 200 ficaram feridos.
De acordo com a BBC, um jornalista local identificado como Rami Rayan também morreu no ataque.
Segundo fontes palestinas, vários moradores da faixa tinham aproveitado a trégua anunciada por Israel para fazer compras, e o mercado estava movimentado no momento do ataque.
Porém essa região não estava entre as zonas contempladas com a chamada "janela humanitária".
Testemunhas disseram que várias bombas caíram enquanto as pessoas tentavam fugir do local depois do primeiro bombardeio, relatou a TV NBC. (Com agências internacionais)

Fonte: Uol

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