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Mundial do Brasil termina com quebra de marcas históricas.

A média de gols na primeira fase, por exemplo, superou as últimas 10 edições: 136 gols foram marcados em 48 jogos.
A Copa do Mundo chega ao fim depois de 64 partidas disputadas em 31 dias e deixa uma boa impressão aos torcedores. O Mundial no Brasil foi responsável pela quebra de algumas marcas históricas. A média de gols na primeira fase, por exemplo, superou as últimas 10 edições: 136 gols foram marcados em 48 jogos (média de 2,83, a melhor desde o Mundial de 1970). Ao término do torneio, a rede balançou em 171 oportunidades, igualando o número da edição de 1998, na França.
O público também superou as expectativas. No total, 3.429.873 torcedores compareceram às 12 arenas da Copa. A média por jogo foi de 53.591 pessoas, a segunda melhor em 84 anos de história, atrás apenas do Mundial dos Estados Unidos, em 1994, quando 3 587.538 espectadores assistiram às 52 partidas nos nove estádios (média de 68.991 por confronto).


Três jogadores entraram para a história das Copas, com recordes batidos durante a competição no Brasil. Miroslav Klose superou Ronaldo ao marcar dois gols (contra Gana e Brasil) e chegar à marca de 16 em quatro edições do torneio. Buffon, goleiro italiano, juntou-se a Lothar Matthäus, meia da Alemanha, e Antonio Carbajal, goleiro do México, ao participar da quinta Copa do Mundo. No total, são 14 jogos pela seleção italiana, contra 25 do alemão e 11 do mexicano.
Mondragon, por sua vez, tornou-se o jogador mais velho ao atuar por cinco minutos na vitória por 4 a 1 da Colômbia. O colombiano jogou aos 43 anos e seis dias, superando o camaronês Roger Milla, que entrou em campo aos 42 anos e 38 dias contra a própria seleção colombiana em 1990.
Pela primeira vez, três campeões mundiais foram eliminados ainda na fase inicial da competição: Espanha, Itália e Inglaterra. A Holanda, que terminou o Mundial invicta, feito inédito na sua história, também quebrou um recorde ao colocar em campo os 23 jogadores do grupo.
O Mundial de 2014 também marcou o início do uso da tecnologia na linha do gol. O procedimento foi utilizado em duas oportunidades, ainda na primeira fase: no terceiro gol francês contra Honduras e lance principal do confronto entre Itália e Costa Rica. Na vitória da França, a bola ultrapassou a linha da meta e o gol foi validado pelo árbitro brasileiro Sandro Meira Ricci. Na outra ocasião, a cabeçada do meia costa-riquenho Bryan Ruiz também acabou em gol, confirmado depois pelo trio de arbitragem.

Fonte: Diário do Nordeste

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